UNIVERSO JUDAICO · POR ILAN NIGRI

Expulsão ibérica e reconstrução sefardita

Reprodução de manuscrito do decreto de expulsão, com escrita e assinaturas
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Capa da série Expulsão ibérica e reconstrução sefardita
HISTÓRIA JUDAICA · UNIVERSO JUDAICO

Expulsão ibérica e reconstrução sefardita

Decretos, conversões forçadas, rotas de saída e reconstrução de famílias e comunidades.

O que os decretos destruíram, como as famílias atravessaram a ruptura e o que foi necessário para construir uma vida judaica em novos lugares.

Da ordem de partir ao trabalho de reconstruir.

A primeira série distingue a expulsão espanhola de 1492 e as conversões forçadas portuguesas de 1497. A segunda acompanha mecanismos de reconstrução entre os séculos XVI e XVIII: ensino, livros, instituições e correspondência. Esses estudos de caso se sobrepõem no tempo; não representam uma migração única seguida por todos.

Esta coleção dá continuidade a Sefarad medieval. Os tribunais e a vida dos cristãos-novos recebem tratamento próprio na coleção sobre a Inquisição. O mundo otomano, o Magreb e os centros de Eretz Israel também terão seu desenvolvimento: aqui aparecem como partes de uma diáspora, sem resumir toda a sua história.

Imagem de capa: Reprodução de uma cópia do decreto de expulsão de 1492. O documento registra a decisão dos governantes; as consequências para as famílias exigem também outros testemunhos. Imagem em domínio público, disponibilizada no Wikimedia Commons. A ficha digital não fornece aqui uma proveniência arquivística completa.

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1492: o que determinava o decreto de expulsão?

Uma família não precisava ter cometido uma infração para ser obrigada a partir. Bastava continuar sendo judia. O decreto assinado por Fernando de Aragão e Isabel de Castela em 31 de março de 1492 transformou o pertencimento religioso em motivo para expulsar uma população inteira.<sup><a href="#a1-fonte-1" aria-label="Fonte 1">1</a></sup>

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01Expulsão e conversão4 artigos+
  1. 1492: o que determinava o decreto de expulsão?Amostra aberta · Ler agora →
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  3. Portugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçadaAssinantes · Abrir estudo →
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  2. Reconstruir levando livros, costumes e memóriasAssinantes · Abrir estudo →
  3. Livorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limitesAssinantes · Abrir estudo →
  4. Uma diáspora conectada por cartas e parentescoAssinantes · Abrir estudo →
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