Expulsão ibérica e reconstrução sefardita
Escolher leitura ou parashá 8 estudos · acesso direto
8 estudos disponíveis. Escolha qualquer um da lista.
- 01Expulsão ibérica e reconstrução sefardita1492: o que determinava o decreto de expulsão?
- 02Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPartir, converter-se, tentar permanecer
- 03Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPortugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçada
- 04Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPara onde foram os expulsos da Península Ibérica?
- 05Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaAmsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
- 06Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaReconstruir levando livros, costumes e memórias
- 07Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaLivorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limites
- 08Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaUma diáspora conectada por cartas e parentesco
Nenhum estudo encontrado. Tente outro título ou número.

Expulsão ibérica e reconstrução sefardita
Decretos, conversões forçadas, rotas de saída e reconstrução de famílias e comunidades.
O que os decretos destruíram, como as famílias atravessaram a ruptura e o que foi necessário para construir uma vida judaica em novos lugares.
A primeira série distingue a expulsão espanhola de 1492 e as conversões forçadas portuguesas de 1497. A segunda acompanha mecanismos de reconstrução entre os séculos XVI e XVIII: ensino, livros, instituições e correspondência. Esses estudos de caso se sobrepõem no tempo; não representam uma migração única seguida por todos.
Esta coleção dá continuidade a Sefarad medieval. Os tribunais e a vida dos cristãos-novos recebem tratamento próprio na coleção sobre a Inquisição. O mundo otomano, o Magreb e os centros de Eretz Israel também terão seu desenvolvimento: aqui aparecem como partes de uma diáspora, sem resumir toda a sua história.
Imagem de capa: Reprodução de uma cópia do decreto de expulsão de 1492. O documento registra a decisão dos governantes; as consequências para as famílias exigem também outros testemunhos. Imagem em domínio público, disponibilizada no Wikimedia Commons. A ficha digital não fornece aqui uma proveniência arquivística completa.
Começar minha jornada8 artigos disponíveis · 2 caminhos de estudoTransforme curiosidade
em compreensão.
Marque trechos e escreva suas próprias reflexões.
Até 100 pontos por artigo, sem repetir conquistas ao reler.
Referências para aprofundar cada leitura.
1492: o que determinava o decreto de expulsão?
Uma família não precisava ter cometido uma infração para ser obrigada a partir. Bastava continuar sendo judia. O decreto assinado por Fernando de Aragão e Isabel de Castela em 31 de março de 1492 transformou o pertencimento religioso em motivo para expulsar uma população inteira.<sup><a href="#a1-fonte-1" aria-label="Fonte 1">1</a></sup>
Entrar no primeiro estudoDA JORNADA
Seu mapa de estudo.
Todos os 8 artigos estão organizados em sequência. Veja o acesso indicado em cada estudo.
01Expulsão e conversão4 artigos+
- 1492: o que determinava o decreto de expulsão?Amostra aberta · Ler agora →
- Partir, converter-se, tentar permanecerAssinantes · Abrir estudo →
- Portugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçadaAssinantes · Abrir estudo →
- Para onde foram os expulsos da Península Ibérica?Assinantes · Abrir estudo →
02Identidade, fuga e reconstrução4 artigos+
- Amsterdam: aprender a viver publicamente como judeuAssinantes · Abrir estudo →
- Reconstruir levando livros, costumes e memóriasAssinantes · Abrir estudo →
- Livorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limitesAssinantes · Abrir estudo →
- Uma diáspora conectada por cartas e parentescoAssinantes · Abrir estudo →
Mais do que terminar um texto.
Comece uma nova pergunta.
Explore a amostra aberta e conheça a proposta da Casa de Estudo.
Quero começar a ler Conhecer a proposta da assinatura