Reconstruir levando livros, costumes e memórias
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- 01Expulsão ibérica e reconstrução sefardita1492: o que determinava o decreto de expulsão?
- 02Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPartir, converter-se, tentar permanecer
- 03Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPortugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçada
- 04Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPara onde foram os expulsos da Península Ibérica?
- 05Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaAmsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
- 06Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaReconstruir levando livros, costumes e memórias
- 07Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaLivorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limites
- 08Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaUma diáspora conectada por cartas e parentesco
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Identidade, fuga e reconstrução · EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Reconstruir levando livros, costumes e memórias
Na dedicatória de uma edição da Bíblia de Ferrara, o nome de Dona Gracia Nasi aparece diante do leitor. Publicado em 1553, aquele volume reúne uma língua ibérica, o texto bíblico e o esforço de judeus que reconstruíam suas vidas fora da Península.1

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