Os Gueonim e as redes do mundo judaico
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- 01Os Gueonim e as redes do mundo judaicoSura e Pumbedita: instituições além da sala de aula
- 02Os Gueonim e as redes do mundo judaicoQuem sustentava as yeshivot?
- 03Os Gueonim e as redes do mundo judaicoOs encontros de estudo e a formação dos alunos
- 04Os Gueonim e as redes do mundo judaicoGaon e exilarca: quem exercia a autoridade?
- 05Os Gueonim e as redes do mundo judaicoUma pergunta viaja: o caminho de uma responsa
- 06Os Gueonim e as redes do mundo judaicoRav Saadia Gaon: tradição, língua e debate
- 07Os Gueonim e as redes do mundo judaicoBavel e Eretz Israel: autoridade e divergências
- 08Os Gueonim e as redes do mundo judaicoA Guenizá: documentos de um mundo conectado
- 09Os Gueonim e as redes do mundo judaicoPor que as academias de Bavel perderam centralidade?
- 10Os Gueonim e as redes do mundo judaicoOs sábios de novas comunidades ganham voz
- 11Os Gueonim e as redes do mundo judaicoPor que os judeus migravam?
- 12Os Gueonim e as redes do mundo judaicoO fim de uma centralidade não foi o fim dos judeus de Bavel
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Os Gueonim e as redes do mundo judaico
Yeshivot da Babilônia, autoridade, responsa e redes que ligavam comunidades distantes.
Academias, cartas e comunidades: como Bavel orientou um mundo distante e como novos centros ganharam voz.
Os artigos acompanham mecanismos concretos: ensino, doações, encontros de estudo, decisões e correspondência. Depois, distinguem três processos que não devem ser confundidos: formação de novos centros, migração de pessoas e permanência dos judeus de Bavel.
O núcleo é a era gueônica, aproximadamente do final do século VI à primeira metade do XI. Os últimos artigos acompanham seus desdobramentos, incluindo um testemunho do século XII. Datas em era comum (e.c.).
Imagem de capa: Tafsir da Torá de Rav Saadia: edição de Joseph Derenbourg, 1893, baseada em manuscritos iemenitas; página impressa 206, com trechos de Bamidbar 9–10. O texto principal está em árabe escrito com letras hebraicas. É uma edição posterior, não um autógrafo de Saadia. Digitalização de exemplar histórico / Wikimedia Commons, domínio público.
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Sura e Pumbedita: instituições além da sala de aula
Uma pergunta enviada a Bavel podia tratar de casamento, de uma herança ou do modo correto de rezar. Quem procurava uma resposta não buscava apenas alguém capaz de dar uma boa aula. Reconhecia uma instituição que preservava ensinamentos, formava estudiosos e assumia responsabilidade por decisões religiosas.<sup><a href="#a1-fonte-1" aria-label="Fonte 1">1</a></sup>
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01Como funcionavam as yeshivot de Bavel4 artigos+
02Um centro que respondia a comunidades distantes4 artigos+
03Da centralidade a vários centros4 artigos+
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