Os sábios de novas comunidades ganham voz
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- 01Os Gueonim e as redes do mundo judaicoSura e Pumbedita: instituições além da sala de aula
- 02Os Gueonim e as redes do mundo judaicoQuem sustentava as yeshivot?
- 03Os Gueonim e as redes do mundo judaicoOs encontros de estudo e a formação dos alunos
- 04Os Gueonim e as redes do mundo judaicoGaon e exilarca: quem exercia a autoridade?
- 05Os Gueonim e as redes do mundo judaicoUma pergunta viaja: o caminho de uma responsa
- 06Os Gueonim e as redes do mundo judaicoRav Saadia Gaon: tradição, língua e debate
- 07Os Gueonim e as redes do mundo judaicoBavel e Eretz Israel: autoridade e divergências
- 08Os Gueonim e as redes do mundo judaicoA Guenizá: documentos de um mundo conectado
- 09Os Gueonim e as redes do mundo judaicoPor que as academias de Bavel perderam centralidade?
- 10Os Gueonim e as redes do mundo judaicoOs sábios de novas comunidades ganham voz
- 11Os Gueonim e as redes do mundo judaicoPor que os judeus migravam?
- 12Os Gueonim e as redes do mundo judaicoO fim de uma centralidade não foi o fim dos judeus de Bavel
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Da centralidade a vários centros · EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Os sábios de novas comunidades ganham voz
Em Kairouan, no norte da África, estudar o Talmud podia significar também consultar o Yerushalmi para esclarecer uma passagem do Bavli. Rabenu Chananel, um dos grandes mestres do século XI, fez desse encontro entre fontes parte importante de seu comentário. Um novo centro não precisava apenas repetir o que recebera: podia trabalhar sobre esse patrimônio.1

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