Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstrução
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- 01Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstruçãoOs expulsos chegam a comunidades que já existiam
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- 10Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstruçãoComo Shabtai Tsvi conquistou seguidores
- 11Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstruçãoQuando a esperança mudou a vida cotidiana
- 12Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstrução1666: a conversão e seus desdobramentos
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- 14Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstruçãoDona Gracia e Yosef Nasi: um projeto de reconstrução em Tveria
- 15Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstruçãoRabi Chaim Abulafia e a reconstrução de Tveria
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Mediterrâneo e Oriente Comunidades, Torá e reconstrução
Comunidades otomanas, Dona Gracia, Tiberíades, Tsfat e a crise de Shabtai Tsvi.
Dos encontros entre comunidades ao florescimento de Tsfat, da crise de Shabtai Tsvi aos projetos de reconstrução em Tveria: percursos judaicos dos séculos XVI a XVIII.
A coleção começa pelos encontros entre moradores e imigrantes, entra na Tsfat do século XVI e acompanha a crise de 1665–1666. A última série retoma o quadro político e dois projetos em Tveria, dos Nasi no século XVI e de Abulafia em 1740. Essa organização por temas implica retornos no tempo, indicados nos artigos.
A vida judaica nesses lugares inclui estudo, criação religiosa, trabalho e responsabilidade coletiva. A ligação com Eretz Israel aparece em práticas e iniciativas de seu próprio tempo. Fontes de memória religiosa, documentos contemporâneos e pesquisa histórica são identificados conforme o que permitem conhecer.
Imagem de capa: Bimá da sinagoga Ari Ashkenazi em Tsfat, em fotografia contemporânea. O edifício foi reconstruído depois do terremoto de 1837: a imagem não mostra o interior preservado da época do Ari. Foto: FLLL, original e autoria, CC BY-SA 4.0, sem alteração. História do edifício.
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Os expulsos chegam a comunidades que já existiam
Um judeu vindo da Península Ibérica podia chegar a uma sinagoga e encontrar uma tradição que não era a sua. A oração era judaica, mas a ordem de certos trechos, as melodias e a língua cotidiana podiam ser diferentes. Receber refugiados não significava começar uma comunidade do zero.
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01Comunidades que se encontraram4 artigos+
02Tsfat: uma cidade de Torá, trabalho e criação4 artigos+
03Shabtai Tsvi: a promessa e a crise4 artigos+
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