Amsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
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- 01Expulsão ibérica e reconstrução sefardita1492: o que determinava o decreto de expulsão?
- 02Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPartir, converter-se, tentar permanecer
- 03Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPortugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçada
- 04Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPara onde foram os expulsos da Península Ibérica?
- 05Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaAmsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
- 06Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaReconstruir levando livros, costumes e memórias
- 07Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaLivorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limites
- 08Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaUma diáspora conectada por cartas e parentesco
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Identidade, fuga e reconstrução · EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Amsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
Aprender uma oração podia ser uma tarefa de adulto. Entre os judeus de origem portuguesa que se estabeleceram em Amsterdam, havia pessoas cujas famílias tinham vivido por gerações sob o cristianismo imposto ou oficialmente adotado. Retomar uma vida judaica pública envolvia conhecimento, prática e uma comunidade que ajudasse nessa passagem.1

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