Uma diáspora conectada por cartas e parentesco
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- 01Expulsão ibérica e reconstrução sefardita1492: o que determinava o decreto de expulsão?
- 02Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPartir, converter-se, tentar permanecer
- 03Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPortugal, 1497: quando a saída deu lugar à conversão forçada
- 04Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaPara onde foram os expulsos da Península Ibérica?
- 05Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaAmsterdam: aprender a viver publicamente como judeu
- 06Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaReconstruir levando livros, costumes e memórias
- 07Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaLivorno, Hamburgo e Londres: novas possibilidades e novos limites
- 08Expulsão ibérica e reconstrução sefarditaUma diáspora conectada por cartas e parentesco
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Identidade, fuga e reconstrução · EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
Uma diáspora conectada por cartas e parentesco
Em 1728, dirigentes da comunidade de Amsterdam enviaram cartas a Bordeaux e a Tsfat, ou Safed, em Eretz Israel. Esses destinos ajudam a enxergar uma diáspora que não se limitava às rotas comerciais do Atlântico. A vida comunitária também ligava cidades distantes por responsabilidade religiosa e informação.1

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